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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Quando você quer, você pode!

A história de William Kamkwamba, de Malaui - África. Aos 14 anos, William construiu sozinho e com materiais que encontrou em sua própria casa, um moinho de vento para gerar energia elétrica para sua família! Esta história já é conhecida há algum tempo, mas é sempre bom relembrar.

MOVING WINDMILL

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Em 2009, a equipe da Revista GALILEU entrevistou William, vejam nesse LINK.

Abaixo, alguns trechos da entrevista:

"Conversamos com William Kamkwamba, o menino africano que construiu um moinho com lixo e dois livros de física.

RICARDO SANTOS // FOTO: TOM RIELLY
* Conte-me um pouco sobre você, William. Quando você nasceu, onde foi, como é sua família?
Nasci em 5 de agosto de 1987 em Dowa, no Malauí. Moro com seis irmãs, meu pai e minha mãe. Em uma família de garotas, você pode imaginar os problemas por que passei. Na escola, os garotos sempre implicavam comigo porque eu não tinha um irmão mais velho que me protegesse. De qualquer jeito, sobrevivi.
* Como é sua vida na vila onde mora, como são as condições de água, eletricidade...?
Moro na vila de Wimbe. É um lugar pequeno com uma grande estrada empoeirada e algumas lojas. Chamamos de Centro de Comércio. Há o barbeiro, o soldador, vários armazéns que vendem roupas e uma loja Farmer’s World, onde meu pai compra milho para plantar e fertilizante. Seguindo essa estrada, há a minha vizinhança, Masitala. A cidade grande mais próxima é Kasungu, com muitos habitantes, um grande supermercado e várias lojas. Para chegar até lá, tem que ir de carona, espremido por uma hora na caçamba de um caminhão. Só 2% da população rural do Malauí tem eletricidade e isso é um grande problema. E antes de eu conseguir perfurar um poço e providenciar água limpa para minha família, não havia água corrente por quase 100 km".



Fonte: Site da Revista Galileu

Fica o alerta para nós! Quando queremos de verdade, nós podemos! Não é só jargão popular, na prática, é só colocarmos nossos esforços naquilo que realmente desejamos! William é um exemplo para todos!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

"Cientista de 13 anos revoluciona a forma de captar energia solar"

Eis uma excelente notícia de ontem, 21/08/2011. Prova a importância de investir e principalmente acreditar no potencial das crianças! Abaixo, vamos transcrever a notícia que foi veiculada no TECHTUDO do site Globo.com mas colocaremos o link para a reportagem no Washington Post no final.

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TECHTUDO - Globo.com
Por Isadora Díaz


"Cientista de 13 anos revoluciona a forma de captar energia solar


A invenção de um menino de 13 anos pode modificar a forma como coletamos energia solar nos dias de hoje. Aidan Dwyer, um rapazinho americano, bolou uma maneira de organizar os painéis solares que garante um melhor aproveitamento da luz e, assim, uma maior produção de energia. Semelhante a uma pequena planta, o invento do menino aumenta a eficiência do mecanismo entre 20% a 50%.
Aidan Dwyer (Foto: Reprodução)

Instigado pelo mecanismo utilizado pelas árvores para absorver luz solar, Dwyer teve uma ideia que lhe rendeu o prêmio de Jovem Naturalista, concedido pelo Museu Americano de História Natural. A atual maneira de gerar energia através da luz do sol consiste em arranjar os painés solares horizontalmente, ao contrário do sistema bolado pela própria natureza. Após estudar durante algum tempo, o menino decidiu montar em um suporte vertical pequenos painéis, de forma que estes ficassem organizados como folhas em galhos. E funcionou.

Árvore-solar (Foto: Reprodução)
Os testes realizados com o experimento mostram que, comparado ao mecanismo original, a árvore-solar de Dwyer é muito mais eficiente. Inclusive em épocas de menor incidência solar, tais como o inverno, a novidade leva a melhor. Além disso, o sistema, justamente por ser vertical, não é "enterrado" pela neve e também é menos prejudicado pela chuva.
O menino, ao explicar o funcionamento do seu modelo, ainda ressaltou outra vantagem: para ambientes urbanos, que carecem de espaço, ele é ideal. Além do que, acrescentou, a semelhança com uma árvore torna tudo ainda mais bacana. Resta saber se existirão empresas interessadas em replicar a ideia em escala maior. Por enquanto, os modelos do menino têm se saído muitíssimo bem. 
O mais interessante é que o projeto de Aidan Dwyer não foi feito para uma grande feira internacional, mas sim para a feira de ciências da escola. Aos 13 anos, esse pequeno inventor já conta com diversos entusiastas e alguma notoriedade ao redor do mundo.

via SlashGear".
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Para ler a matéria no Washington Post, cliquei AQUI.(Em inglês)

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