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terça-feira, 25 de outubro de 2011

USP lança site com coleção de mais de 11 mil imagens de seres marinhos

Olá! Isto é interessantíssimo de compartilhar! Divulguem, por favor!

Abaixo segue íntegra da reportagem do Globo Natureza, São Paulo
Por Eduardo Carvalho

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Os oceanos ainda escondem muitas surpresas. Milhares de espécies de animais ainda não são conhecidas pelos cientistas, que buscam conhecer estes animais, vertebrados ou não, espalhados pelo mundo.
No Brasil, parte dos trabalhos de pesquisa realizados por especialistas na vida marinha agora estão disponíveis para o público e educadores por meio do site “Cifonauta”, que abrange mais de 11 mil fotografias de seres do mar, além de vídeos e explicações.
Com nome de uma larva marinha, o site foi desenvolvido, nas versões em português e em inglês, pelos biólogos Álvaro Migotto e Bruno Vellutini, ambos do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (Cebimar), localizado em São Sebastião, no Litoral Norte de São Paulo.
Além dos periódicos científicos
O banco de dados virtual mostra a fundo as espécies pesquisadas no instituto, expandindo conteúdo que antes podia ser encontrado apenas em publicações científicas, direcionadas a um público restrito.
“A nossa ideia surgiu há alguns anos, devido à carência de conteúdo científico voltado aos organismos marinhos, principalmente aqueles encontrados na biota marinha (conjunto de seres da fauna e flora) brasileira”, disse Álvaro Migotto.
Atualmente, existem 11.075 fotos, 270 vídeos de cerca de 300 espécies encontradas no país e em outras partes do mundo. “Muitas pessoas nos procuravam interessadas em imagens. Agora isto tudo fica disponível em um único local para que a população consiga visualizar e entender melhor os organismos aquáticos. Temos esperança de que o site sirva para aumentar o potencial da educação na área de biologia, além de ser uma divulgação científica”, disse o biólogo.

Imagem ampliada de parte de uma Estrela-do-mar (Foto: Álvaro Migotto)


Museu vivo virtual
Segundo Migotto, ainda há poucos trabalhos de conservação da biodiversidade marinha devido à falta de conhecimento de grande parte da população. Ele afirma que mesmo os documentários ou programas produzidos por redes de televisão mostram, principalmente, animais aquáticos que já são difundidos, como grandes peixes ou mamíferos.
“Seres unicelulares e microscópicos, considerados os mais importantes do oceano porque sustentam as cadeias alimentares, são pouco divulgados, até porque eles são muito pequenos e podem ser vistos apenas com equipamentos. É no mar que está o início da vida”, explica.
Ele afirma ainda que muitos organismos podem desaparecer com a mudança climática, devido à acidificação dos oceanos ou mesmo à elevação da temperatura no fundo do mar, o que fortalece a ideia de arquivar o histórico das espécies.
A ampliação do banco de dados vai acontecer em um primeiro momento apenas por pesquisadores e estudantes do Cebimar. “Queremos incluir dados de peixes, aves marinhas e outras espécies. Mas por enquanto não podemos gerenciar esta atividade porque o site vai continuar evoluindo”, disse o biólogo.
O endereço eletrônico é http://cifonauta.cebimar.usp.br.

Confira galeria de imagens das espécies marinhas cadastradas pelos pesquisadores.

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terça-feira, 27 de setembro de 2011

"Rinocerontes venenosos intimidam caçadores ilegais"


"Sexta, 16 de setembro de 2011.

Crédito: Stockbyte/Thinkstock



Por Tim Wall

No ano passado, javalis radioativos frustraram caçadores na Alemanha. Este ano, rinocerontes venenosos estão intimidando caçadores ilegais na África do Sul.

Como os javalis citados, esses rinocerontes não são alguma mutação da natureza, mas resultado das ações humanas. Mas neste caso, o tratamento tóxico em seus chifres foi intencional.

A Reserva Natural de Leões e Rinocerontes de Krugersdorp, ao norte de Johannesburgo, na África do Sul, descobriu que um medicamento usado para matar parasitas nos rinocerontes também tornava seus chifres tóxicos para os humanos. Recentemente, a AFP relatou o uso desse novo recurso na luta para proteger a vida selvagem.

O tratamento ajuda a evitar parasitas nos chifres, mas causa convulsões e dores de cabeça em qualquer pessoa que consumir um preparado feito com eles. O chifre dos rinocerontes é feito de queratina, o mesmo material das unhas e do cabelo, e é muito valorizado em algumas regiões da Ásia por ser a base de afrodisíacos e remédios tradicionais caseiros.

O medicamento tóxico para os seres humanos também faz os chifres brilharem com um tom de rosa vivo quando passam pelo scanner de um aeroporto, mesmo se forem moídos e estiverem na forma de pó.

"Suas substâncias químicas possuem a dupla vantagem de afastar tanto os parasitas naturais como os humanos, e o efeito dura de três quatro anos”, explicou Lorinda Hern em uma entrevista à agência de notícias SAPA.

"A solução permanente seria acabar simultaneamente com a demanda por rinocerontes”, afirmou Hern.

Mas isso não deve acontecer tão cedo.

A agência de proteção aos parques nacionais da África do Sul relata que 279 rinocerontes foram mortos no país em 2011. A caça ilegal cresceu nos últimos anos, já que foram registrados apenas 13 casos em 2007. Esse aumento se deve ao crescente poder de compra no leste da Ásia, fazendo com que mais pessoas tenham acesso aos chifres de rinoceronte clandestinos, usados em remédios tradicionais e drogas para aumento da potência sexual.

"Campanhas educativas precisam ensinar os consumidores que o chifre de rinoceronte não possui nenhum valor nutricional ou medicinal”, rebate Hern.

Assim como as barbatanas de tubarão, uma campanha de marketing criativa do Viagra poderia percorrer um longo caminho para reduzir a demanda por afrodisíacos com ingredientes retirados de animais. Enquanto isso, os rinocerontes venenosos talvez façam os caçadores e consumidores pensarem duas vezes antes de se envolver no comércio ilegal de chifres.

Tim Wall escreve de Siguatepeque, Honduras, onde ensina jornalismo a crianças de escolas públicas da quinta e da sexta série". 

Fonte/Source: Discovery News Brasil

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Generation Extinction



"It's not our generation's fault, but it's our calling". - Ian Somerhalder para GenerationExtinction.org
Tradução: "Não é culpa da nossa geração, mas é nosso chamado".

Ian Somerhalder gravou este vídeo para a GenerationExtinction.org, projeto em parceria com as organizações The Alliance for Global Conservation, The Nature Conservancy, The Pew Charitable Trusts, Wildlife Conservation Society e World Wildlife Fund, que se dedicam à proteção da biodiversidade do nosso Planeta.

O Planet Green divulgou e nós também o fazemos aqui em nosso blog.